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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Caesar Salad do Jamie Oliver

Genteeeee, mais uma receitinha para o dia dos namorados. Hoje vamos com uma saladinha. Saladinha não, pos falar dessa salada no diminutivo com certeza não faz jus a seu sabor incrível.
Claro que para ser tão incrível a receita tinha que ser do Jamie Oliver né! É uma salada clássica que foi reinventada por esse chef fantástico.

Ha, a foto não é minha, pois as minhas acabaram ficando todas sem foco. heheheh




Caesar Salad
Jamie Oliver

1/2 quilo de coxas e sobrecoxas de frango, com pele
1/2 limão
Sal grosso moído na hora, a gosto
Pimenta do reino preta moída na hora, a gosto
Ramos de alecrim e outras ervas
Azeite de oliva, a gosto
4 fatias de bacon
1 pãe ciabatta
1 pé de alface e outras folhas (quanto mais colorido, mais bonito)
Eu coloquei limão siciliano cortados em quatro para assar junto

Para o molho:
1/4 de dente de alho
3 filés de anchovas
suco de 1/2 limão
azeite de oliva
queijo parmesão ralado na hora, a gosto
1 cx de creme de leite fresco ou 1/2 de creme de leite e 1/2 de iogurte natural
Sal e pimenta, se necessário

Unte um refratário com azeite de oliva. Pré-aqueça o forno a 200º C. Lave os ramos de alecrim. Tempere o frango com suco de limão, sal grosso moído e pimenta do reino a gosto, azeite de oliva e os ramos de alecrim. Leve ao forno até que o frango comece a dourar. Enquanto o frango assa, corte ou rasgue as ciabattas em pedaços para os croutons, e reserve.  Lave as folhas, e reserve. Enquanto o frango assa, prepare o molho. Soque o alho e as anchovas num pilão. Junte o creme de leite fresco, e mexa. Acrescente o suco de limão espremido na hora e o azeite. A proporção é de 3 partes de azeite para 1 parte de ácido (limão ou vinagre). Rale o queijo, e adicione à mistura. Mexa bem, prove e retifique o sal, se necessário. Reserve o molho.
Retire os pedaços de frango do refratário, e reserve-os. Regue o fundo da travessa com mais azeite, e forre o refratário com os pedaços de ciabatta. Regue com mais um pouco de azeite, e coloque os pedaços de frango de volta na travessa, por cima do pão. Coloque as fatias de bacon por cima do frango, e volte o refratário para o forno. Asse até que o bacon fique dourado e crocante. (Fique de olho para que o crouton não queime. O tempero do frango e o gostinho do bacon penetram no pão; fica incrível!)


Retire do forno. Corte o frango em pedaços, e monte a salada. Por baixo, ficam as folhas, depois vêm os pedaços de frango e os croutons, por fim, regue com o molho. Sirva imediatamente.

domingo, 22 de abril de 2012

Risoto de Pinhão e Cogumelo Portobello

Nossa, está difícil conseguir sentar e escrever ultimamente, ou estou muitocansada ou não dá tempo, mas sempre que dá eu dou um jeito né.

Adoro fazer risoto, sempre que dá eu faço, pois é prático rápido e super gostoso. Ha!  E não é nem um bicho de sete cabeças não viu, como tem muita gente que pensa, é só seguir direitinho a tecnica, que aliás eu ensino aqui que ele fica incrível. E tem outra coisa que eu amoooooooo: PINHÃO! Então resolvi juntar as duas paixões. E também porque eu tinha cozinhado um monte de pinhão e não estava dando conta, afinal pinhão engorda e não estou podendo me sentar na frente da tv e comer um montão de pinhão igual a eu fazia a uns 10 anos atrás quando eu era uma mocinha magrinha de 18 anos. Agora estou tendo que me cuidar. E nesse risoto juntei outra coisa que também gosto muito que foi o cogumelo fresco, usei o Portobello que é bem parecido (em formato) com o champignon, mas é mais escuro, de aroma e sabor mais fortes , mas você pode usar o que mais gostar, mas nada de colocar aqueles champignons em conserva que não tem gosto de nada.



Risoto de Pinhão e Cogumelo Portobello

1 e 1/2 xícara (de chá) de arroz carnaroli ou outro arroz PARA risoto de sua preferência
1 cebola pequena picadinha
1/2 xícara (de chá) de vinho branco seco
Sal e pimenta à gosto
1 colher de manteiga normal ou  de ervas (alecrim e tomilho)*
3 colheres de parmesão ralado (de preferência para o ralado na hora)
11/2 litro de caldo de legumes bem quente
100g a 150 g de cogumelo Portobello ou outro fatiado
1/2 xícara de pinhão cozido, descascado e picado em rodelas grossas
 
* Logo coloco a receita da manteiga no blog, mas é só manteiga em temperatura ambiente e acrecida to tempero que você quiser (ervas, especiarias, ...), é sempre bom ter ela enroladinha em filme (tipo um bombom) no frizer para quando precisar.
 
Refogue o cogumelo com um pouco de manteiga e reserve. Nessa mesma panela, refogue a cebola, depois acrescente o arroz e refogue até ele ficar um pouco translúcido (transparente), junte o vinho mexa e deixe evaporar. Agora aos poucos e sempre mexendo vá adicionando o caldo, 1 ou 1/2 conchas médias por vez, quando secar o caldo adicionado, acrescente mais um pouco, e assim por diante e SEMPRE mexendo e não deixando grudar no fundo, quando estiver querendo começar a grudar adicione o caldo. Depois de uns 10 minutos vá sempre experimentando uns grãos para ver o ponto de cozimento do arroz, quando ele estiver quase al dente acrescente o pinhão e o cogumelo, pode colocar o caldinho que ele solta junto, mexa e deixe cozinhar mais um pouco. Finalize com a manteiga de ervas, que fica bem gostoso e rale na hora um queijo parmesão.

domingo, 11 de março de 2012

Risoto de shitake com iscas de filé e dicas para um bom risoto

Quando se fala em gastronomia italiana, a primeira coisa que vem a cabeça da maioria das pessoas é massa, mas para mim a gastronomia italiana tem outro astro, o risoto. E como um risoto bem feitinho, no ponto certo, cremoso e com ingredientes de qualidade é bom. E tem muita gente que acha que fazer risoto é um bicho de sete cabeças, mas é só seguir algumas regrinhas básicas e ter um pouco de paciência  que você vai ter seu risoto delicioso.


Antes o que eu achava que era risoto era somente arroz normal com algum ingrediente a mais. Em 2009 eu fiz um curso de curta duração na FURB em Blumenau e foi lá que eu comi e aprendi a fazer o verdadeiro risoto e posso dizer que sou apaixonada por esse prato italiano.

Dicas importantes para se ter um risoto prefeito:
  1. Arroz: 
  •  Carnaroli - Esse é um arroz hibrido que possui mais amido e por isso acaba demorando mais para cozinhar. Porém, apesar do tempo que leva para ficar pronto esse grão é o favorito dos italianos por que mantém mais o cozimento e tem uma performance melhor no cozimento al dente ficando mais cremoso.  
  • Arbório – Esse é o tipo mais comum de arroz utilizado para fazer risotos isso por que ele é um dos mais baratos. O arroz arbório se caracteriza pelo fato de ter uma coloração mais branca que os demais, num tom mais perolado. O risoto com arroz arbório em geral é aquele que leva porções de carne maiores.  
  • Vialone Nano – Esse é considerado o melhor tipo de arroz para fazer risoto isso por que o seu grão é menor que os demais. Dessa forma esse arroz cozinha por igual. O arroz Vialone Nano é o mais indicado para risotos mais delicados como, por exemplo, aqueles que levam acompanhamentos pequenos ou de frutos do mar.
     2.  Caldo base: O caldo base vai ser o liquido que vai ser usado para o cozimento do arroz. Você pode usar caldos prontos diluídos em água, mas sempre fica mais gostoso se você fizer seu próprio caldo e para ser mais pratico, faça com antecedência em um dia que você tem mais tempo e depois de pronto congele. Esses caldos podem ser usados não somente em risotos, mas também como base para sopas, sopas cremosas, consommés entre outos, sempre substituindo o famigerado caldo de cubinho (ecaaaa). Para fazer o seu pode ser usado os ossos que sobrou do seu frango, aparas de carne ou de legumes, vá juntando ao longo da semana dentro de saquinhos dentro do congelador e quando tiver uma quantidade boa de ingredientes faça seu caldo.
* Importante: ao fazer o seu caldo é interessante não usar sal, pois dependendo  o uso que você vai fazer desse caldo, você não corre o risco de ter uma comida muito salgada, pois existem ingredientes que já contém sal e o sal no caldo pode por tudo a perder. Por isso é importante ter esse caldo somente com o sabor natural dos produtos e assim você tem mais liberdade na hora de temperar seu prato.
Tipos de caldo mais usados: Ai você escolhe o caldo de cordo com o sabor do risoto, ou o que preferir, só tendo sempre bom senso de tipo não usar caldo de peixe em um risoto com carne ou vise-versa.
  • Legumes: aqui (mais suave, indicado para ingredientes com sabor delicado ou para que não interfira de mais no sabor)
  • Carne e frango (e aqui tem também outro jeito de fazer o de legumes): aqui
  • Peixe: aqui
  • Camarão, lagosta, lagostim e outro crustáceos: aqui você usa as cascas e as cabeças dos bichinho, de uma refogada nelas e proceda da mesma maneira do caldo de peixe.
    4. Sabor:  Podemos ter o risoto básico (Risoto Branco)  que é somente com manteiga e queijo parmesão, e a partir desse existe uma variedade muito grande de sabores de risoto. A receita é sempre a mesma do risoto básico, mas quando queremos adicionar algum ingrediente devemos coloca- lo quando o arroz estiver quase querendo ficar al dente ou somente no final como no caso dos queijos e ingredientes delicados. E tem que ser observado se esse ingrediente não necessita de um preparo prévio como no caso da carne, eu pelo menos não gosto daquela carne pálida no meu risoto, gosto de dar uma leve selada na carne e depois coloco com o caldo que escorre dela junto e tem o camarão também, que solta muita água e se deixarmos ele cozinhando na própria água corremos o risco de o camarão ou o arroz passarem do ponto, por isso gosto de selar ele antes também.
* Dica: me ensinaram que risoto de camarão não vai queijo parmesão na finalização, maaaaas eu como adoro queijo coloco mesmo assim. Isso eu acho vai do seu gosto, eu não vejo problema nenhum entre camarão e queijo, muito pelo contrario

 3. PaciênciaAcho que a paciência deveria entra na lista de ingredientes do risoto,   para o arroz soltar seu amido, que é o que deixa o prato cremoso, é importante que você vá colocando o caldo aos poucos e fique sempre mexendo.




Risoto de shitake com iscas de filé
(Para quatro pessoas)

1 e 1/2 xícara (de chá) de arroz carnaroli ou outro arroz PARA risoto de sua preferência
1 cebola pequena picadinha
1/2 xícara (de chá) de vinho branco seco*
Sal e pimenta à gosto
1 colher de manteiga sem sal
3 colheres de parmesão ralado (de preferência para o palado na hora)
11/2 litro de caldo de legumes bem quente
100g a 150 g de cogumelo Shitake fresco cortado em tiras
250g de filé cortado em tirinhas (pode ser coxão mole ou melhor ainda o filé mignon)

* O tradicional é usar o vinho branco, mas as vezes eu gosto de variar usando um conhaque.

Refogue a carne com bem pouco sal, só para ela não ficar insossa, refogue também o shitake, retire da panela e reserve. Nessa mesma panela, refogue a cebola, depois acrescente o arroz e refogue até ele ficar um pouco translúcido (transparente), junte o vinho mexa e deixe evaporar.  Agora aos poucos  e sempre mexendo vá adicionando o caldo, 1 ou 1/2 conchas médias por vez, quando secar o caldo adicionado, acrescente mais um pouco, e assim por diante e SEMPRE mexendo e não deixando grudar no fundo, quando estiver querendo começar a grudar adicione o caldo. Depois de uns 10 minutos vá sempre experimentando uns grãos para ver o ponto, quando o arroz estiver quase al dente acrescente a carne e o shitake, pode colocar o caldinho que eles soltaram junto, mexa e deixe cozinhar mais um pouco. Tem gente que gosta de risoto mais enxuto e outras que gostam mais molinho (estou falando do  risoto e não do arroz em si, pois esse tem que ser al dente), dizem que o certo é mais molinho, que espalha no prato, eu gosto assim, mas fique a vontade para fazer do seu gosto. Agora para finalizar acrescente a manteiga em pedacinhos e o queijo parmesão e mexa. Outra coisa importante: o risoto é um prato que não pode ficar esperando por muito tempo para ser servido, pois se demorar ele continua a cozinhar co seu próprio calor e corre o risco de perder o ponto do arroz.

         

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Zucca al forno: abóbora assada

Acho a abóbora um ingrediente bárbaro, super versátil, ela pode se usada em um prato super sofisticado a aquela receita super caseira ou simplesinha, vai de acompanhamento a prato principal, doce a salgado .
E ainda por cima é pouco calórica, 200g tem em média só 80 calorias! Perfeita não? heheheh

Gosto de usar a abóbora kabotia (cabotiá ou kabocha) que é para mim a melhor de todas, em cor, sabor e cremosidade. É uma abóbora arredondada  e com gomos como a moranga só que não achatada e é verde bem escura

Tem uma receita do Jamie Oliver que sempre quis fazer, mas sempre acabava deixando para depois,
mas essa semana comprei uma abóbora e resolvi fazer. E vou dizer viu, ficou muito boa.
Na verdade adaptei a receita, peguei só a idéia geral e dei uma adaptada.

Você pode comer essa abóbora assim do jeito que sai do forno como acompanhamento, mas também usa- la para recheio de tortas ou massas, um purê mais incrementado e cheio de sabor que pode ser comido assim ou usado para fazer um pão. Eu usei como recheio de empadinha, e ficou simplesmente divina. A receita da empada passo depois.

Desculpem pela foto ela não ficou muito boa.




Zucca al forno: abóbora assada

Adaptado do livro A Itália de Jamie do Jamie Oliver


Abóbora kabotia com a casca lavada cortada em cubos ou fatias
2 colheres de manteiga em temperatura ambiente
Ervas frescas*
Sal
Paprica picante defumada ou pimenta vermelha
Cebola a juliene
3 pedaços pequenos de canela em pau

* Eu usei cebolinha verde e coentro frescos pois era oque eu tinha em mão, mas você pode experimentar outras ervas, na receita do Jamie ele usa sálvia.

Em um pilão ou cumbiquinha junte as ervas escolhidas com um pouco de sal e a paprica ( ou pimenta) e soque para dar uma esmagada, junte a manteiga e a cebola. Esfregue essa mistura nos pedaços abóboras de modo que fiquem bem cobertas.
Acomode a abóbora em uma camada, polvilhe sementes de abóbora por cima, cubra com alumínio e asse por 30 minutos ou até que a casca da abóbora esteja macia. Remova o papel alumínio e deixe dourar.




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Ketchup caseiro


Meu queijo quente não é a mesma coisa sem o ketchup, e tem muita gente que não vive sem ele, coloca em praticamente tudo que come e faz misturas muitas vezes questionáveis (se bem que gosto não se discute né), vai bem com nuget, petiscos, batata frita, cachorro quente e por ai vai.
Mas além de um bom ketchup ser caro, você tem um produto com conservantes, corantes, ingredientes nem sempre de boa qualidade,  fora que fazer o seu próprio molho pode ser mais barato, fácil de fazer e mais saudável.

Sempre o que é feito por você dá mais prazer, adoro poder substituir produtos industrializados pelos que eu mesma fiz, como geléia, até manteiga fiz esses dia e com certeza ficou muito melhor que a comprada, mas como fiz pouca quantidade vou deixar para postar a manteiga outra hora, e você sempre pode dar seu toque especial, nem sempre vai ficar bom, mas não desanime.

Essa receita que fiz é  adaptada do livro da Darina Allen que encontrei no blog La Cucinetta, onde sempre encontro receitas ótimas. Essa foi testada e aprovada, inclusive pelo Paulo, meu namorado, mas ainda quero testar outras como a do Jamie Oliver, que não fiz porque não tinha todos os ingredientes, mas que deve ser ótimo.

Não ficou tão vermelhinho quanto eu queria, mas de sabor ficou ótimo.



Ketchup caseiro

750g de tomate maduro sem pele* e picado (fresco ou em lata)
250g de aparas de maçã picadas (sem a casca e miolo)
250g de cebolas picadas

1 xic. vinagre de sidra (usei o branco normal)
1 xic. + 2 colh. (sopa) açúcar cristal orgânico (usei mascavo)

1/2 colh. (sopa) sal
3 cravos
Para quem quiser a versão picante:
1/8 colh. (chá) pimenta caiena
3 grãos de pimenta-do-reino


*Para tirar a pele do tomate você pode espetá-lo em um garfo e passar na chama do fogão, até ficar tostadinho, depois é só retirar a pele que sai facilmente e ainda deixa um leve sabor defumadinho


Refogue a cebola e coloque o resto dos ingredientes, um pouco de água e deixe cozinhar,  mexendo de vez em quando para que não grude no fundo, até que esteja em consistência de ketchup. Bata tudo no liquidificador até ficar bem lisinho. Se necessário volte à panela para apurar mais até ter a consistência desejada, lembrando que depois de frio ele engrosse um pouco.
Guarde em vidros esterilizados bem fechados.

3 grão de pimenta-da-jamaica